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Como lidar com um adolescente que rouba

 
Existe uma diferença (na linguagem do dia-a-dia) entre um furto e um roubo. 
Os furtos são o que as crianças geralmente fazem numa loja ao, por exemplo, tirarem um chocolate às escondidas.
Já na adolescência, quando é feito um assalto a um carro, já podemos chamar de roubo e a situação torna-se mais grave.
 
O problema de roubos na adolescência deve-se essencialmente a um problema na educação, ou seja, pressupõe-se que houve uma falha por parte dos pais (mas é claro que podem existir outras causas).
Se uma criança surge com um objecto que não foram os pais que o adquiriram, é importante saber de onde este veio e no caso de ter sido furtado, devolvê-lo ao seu dono e fazer a criança perceber que o que fez está errado.
 
Ora, se os pais não entendem a gravidade no furto de “um simples chocolate” e não repreendem o filho, é bem possível que mais tarde, esta criança, de modo a desafiar os pais, a sociedade e as suas próprias capacidades, vá aumentando o risco e a gravidade do roubo e o que era o furto de um “simples chocolate” passa a ser o roubo de um carro ou de uma casa. 
 
Independentemente da idade do seu filho, assim que achar que a situação tomou proporções graves as quais você não consegue resolver, recorra com urgência a um psicólogo de modo a que este o possa ajudar a perceber a gravidade da situação e a fazê-lo parar antes que seja tarde de mais. Por vezes o furto ou roubo não implica que eles o façam por maldade, apenas por vício (cleptomaníaco). 
 
Marlene Carvalho
 

 



 

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Fonte:    2012-07-14
 
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